Publicado em: 05/02/2014 às 11:55hs
Nesse cenário, pesquisadores do Cepea indicam que a comercialização do trigo brasileiro está bastante lenta e, sem interesse comprador, as cotações internas têm sido fortemente pressionadas. Apesar das recentes quedas internas, o governo ainda não deve interferir sobre o mercado, já que as cotações no físico nacional ainda estão superiores ao mínimo estabelecido.
Por outro lado, o movimento baixista pode ser amenizado no médio prazo, devido à baixa disponibilidade do cereal do Mercosul, o que tende a deslocar a demanda, principalmente de indústrias moageiras paranaenses e nordestinas, ao mercado interno.
Fonte: CEPEA
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