Publicado em: 27/03/2024 às 17:30hs
A cultivar tem ciclo precoce, variando de 90 a 100 dias do plantio até a colheita, e potencial produtivo de 1.600 quilos por hectare, em condições normais de água e solo e manejo adequado. É tolerante às principais doenças da cultura como a murcha-de-macrophomina, mancha-angular e cercosporiose.
Pouco exigente em água, a BRS Anahí completa seu ciclo com 300 a 800 milímetros de chuva, uma característica importante para as culturas de segunda safra. Outro atrativo para os produtores é que ela apresenta menor índice de perdas na colheita em razão das cápsulas semideiscentes, que não se abrem completamente com o amadurecimento.
Com o hábito de crescimento não ramificado, a cultivar facilita a mecanização da colheita, permite o adensamento das plantas e garante uma maior produtividade. É indicada para cultivo nas regiões Centro-Oeste e Nordeste e para os estados do Amapá, Roraima e Tocantins.
Além das vantagens agronômicas, a BRS Anahí tem outros atrativos importantes para a indústria alimentícia. As sementes de cor esbranquiçada e alto teor de óleo (52%) garantem versatilidade ao grão, que pode ser usado tanto para consumo de mesa quanto para extração de óleo.
Fonte: Embrapa Algodão
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