Publicado em: 29/01/2026 às 17:30hs
China projeta safra de arroz com leve alta em 2025/26
A produção de arroz da China deve alcançar 146,329 milhões de toneladas beneficiadas no ciclo 2025/26, segundo projeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgada por meio do Gain Report.
O volume representa um leve aumento em relação à safra anterior (2024/25), que totalizou 145,275 milhões de toneladas.
A área de cultivo de arroz no território chinês deve se manter praticamente estável. Para a temporada 2025/26, a previsão é de 29 milhões de hectares colhidos, ligeiramente abaixo dos 29,007 milhões de hectares registrados em 2024/25.
O USDA aponta que essa estabilidade reflete boas condições agrícolas e políticas de incentivo à produtividade, que têm permitido maior rendimento por hectare.
As importações de arroz beneficiado pela China devem aumentar no novo ciclo, passando de 2,335 milhões de toneladas em 2024/25 para 3 milhões de toneladas em 2025/26.
Esse crescimento é atribuído à maior demanda interna, impulsionada por mudanças nos padrões de consumo e pela diversificação da oferta no mercado chinês.
As exportações de arroz beneficiado da China devem atingir 1,9 milhão de toneladas em 2025/26, frente a 1,153 milhão embarcada no ciclo anterior.
O aumento indica competitividade crescente no mercado internacional, com destaque para o fortalecimento das vendas para países asiáticos e africanos.
O consumo interno de arroz na China também deve subir, chegando a 148 milhões de toneladas beneficiadas em 2025/26, contra 145 milhões na temporada anterior.
Esse avanço reflete o crescimento populacional, o aumento da renda média e o papel essencial do arroz na alimentação básica da população chinesa.
Apesar do aumento no consumo e nas exportações, os estoques domésticos de arroz devem permanecer em níveis confortáveis. A projeção é de 104,375 milhões de toneladas em 2025/26, ligeiramente abaixo dos 104,675 milhões registrados em 2024/25, o que demonstra equilíbrio entre oferta e demanda no mercado chinês.
Fonte: Portal do Agronegócio
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