Arroz

Fortes chuvas no Sul paralisam negociações no mercado de arroz, relata Cepea

Chuvas intensas no Rio Grande do Sul dificultam tráfego e prejudicam colheita, enquanto preços do arroz se mantêm estáveis


Publicado em: 07/05/2024 às 12:10hs

Fortes chuvas no Sul paralisam negociações no mercado de arroz, relata Cepea

As chuvas torrenciais que atingiram o Rio Grande do Sul causaram destruição generalizada, afetando fortemente as negociações no setor agrícola, especialmente no mercado de arroz. De acordo com pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o tráfego entre muitas regiões do estado foi interrompido, e a recomendação oficial é de reduzir a circulação de veículos devido às condições perigosas.

Os produtores estão avaliando os impactos das tempestades nas lavouras ainda não colhidas e nos armazéns de grãos, com preocupações crescentes sobre possíveis perdas. Como resultado, o Cepea informou que a liquidez no mercado de arroz em casca praticamente desapareceu na última semana, já que o movimento de negociações parou por completo.

Mesmo com a paralisação nas transações, os preços do arroz em casca mantiveram-se estáveis, sustentados pela demanda de outros estados. No entanto, as efetivações foram mínimas devido às dificuldades logísticas causadas pelas chuvas.

Cepea se Solidariza com as Vítimas do Clima no Rio Grande do Sul

O Cepea, que monitora de perto as atividades do agronegócio no Rio Grande do Sul e apoia os produtores rurais, expressou sua solidariedade aos agricultores e à sociedade gaúcha como um todo neste momento de tragédia climática. A instituição reconhece as substanciais perdas econômicas e materiais, mas, acima de tudo, lamenta as vidas humanas perdidas ou afetadas pelas chuvas.

À medida que o estado lida com as consequências das enchentes, a prioridade é garantir a segurança das comunidades e apoiar os produtores enquanto eles avaliam os danos às plantações e infraestrutura. Embora as negociações de arroz estejam paradas, a esperança é que o setor agrícola se recupere quando as condições permitirem, com a ajuda e solidariedade das instituições e comunidades envolvidas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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