Publicado em: 23/11/2023 às 18:00hs
No Rio Grande do Sul, um dos principais produtores de arroz, a semeadura está enfrentando lentidão devido às frequentes chuvas. Comparado à safra anterior, especialmente na região Central, há um notável atraso, agravado por alagamentos em algumas áreas, exigindo replantio. Enquanto isso, a região Sul do estado está mais adiantada, quase concluindo a semeadura.
Em Santa Catarina, outro estado crucial na produção de arroz, as chuvas limitaram o avanço na semeadura, e a alta nebulosidade prejudicou o desenvolvimento das plantas em fase de perfilhamento, afetando tratamentos fitossanitários.
Em Goiás, a maioria das lavouras está em desenvolvimento vegetativo, apresentando boas condições sanitárias. No Tocantins, a baixa incidência de chuvas tem retardado a semeadura, ocorrendo de maneira lenta e pontual. No Mato Grosso, a falta de chuvas impactou a semeadura, mas a umidade no solo tem sido suficiente para o crescimento inicial.
No Maranhão, a colheita avança com diversas fases de desenvolvimento devido ao extenso período de plantio da região.
Até o momento, 72,1% da área estimada para o arroz foi semeada, representando um atraso de 7,2% em relação à safra anterior, principalmente devido às condições climáticas desfavoráveis.
O Tocantins mostrou uma recuperação significativa, passando de 28% para 40%, embora ainda atrase em comparação ao mesmo período do ano passado, que registrou 60% de progresso. Maranhão permanece estável em 4%, indicando atraso em relação à safra anterior. Mato Grosso avançou de 28,5% para 36,8%, Goiás de 53% para 60%, e Santa Catarina de 92% para 95%, este último indicando um progresso normal, embora atrase em comparação com a safra anterior, que estava em 99%. No Rio Grande do Sul, houve um aumento de 72% para 82%, indicando avanço em relação à semana anterior, mas ainda com atraso em comparação com o mesmo período da safra passada, que estava em 94%.
Fonte: Portal do Agronegócio
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