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Algodão

Vazio sanitário do algodão no Tocantins vai até 10 de dezembro; veja as regras para produtores

Adapec monitora as áreas cultivadas na safra 2025/26 e orienta a eliminação de plantas vivas para reduzir a sobrevivência do bicudo-do-algodoeiro.


Publicado em: 28/09/2026 às 10:00hs

Vazio sanitário do algodão no Tocantins vai até 10 de dezembro; veja as regras para produtores

O vazio sanitário do algodão está em vigor no Tocantins desde segunda-feira (21 de setembro) e segue até 10 de dezembro de 2026. Nesse período, os produtores devem manter as áreas sem plantas vivas de algodão, medida adotada para dificultar a sobrevivência e a multiplicação do bicudo-do-algodoeiro entre uma safra e outra. revistacultivar.com.br

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) fará o monitoramento das áreas onde houve cultivo na safra 2025/26. Ao todo, 9.763,34 hectares de algodão foram cadastrados no estado nesse ciclo. agrolink.com.br

O que o produtor deve fazer durante o vazio sanitário

A orientação da Adapec é vistoriar as áreas de cultivo e eliminar qualquer planta viva de algodão encontrada durante o período, inclusive as que surgirem após a colheita.

Se a fiscalização identificar plantas vivas, o proprietário ou ocupante da área será notificado para eliminá-las por meio mecânico ou químico. O descumprimento das medidas está sujeito às sanções previstas na legislação. agrolink.com.br

Por que o controle do bicudo-do-algodoeiro exige atenção

O bicudo-do-algodoeiro pode atacar a cultura desde o aparecimento dos botões florais até a colheita. Segundo as informações divulgadas pela Adapec, o inseto pode apresentar quatro a seis gerações em um ciclo e, sem controle, provocar perdas de até 70% da produção. revistacultivar.com.br

A retirada das plantas vivas interrompe uma das condições que permitem à praga permanecer nas áreas produtoras. Por isso, a vistoria do campo e a eliminação de plantas remanescentes são as principais providências exigidas dos cotonicultores tocantinenses até o fim do vazio sanitário.

Fonte: Portal do Agronegócio

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