Publicado em: 09/10/2015 às 14:45hs
O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontou no último boletim, que no último ano, o petróleo desvalorizou 48,6%, e mesmo que indiretamente, isso impacta no algodão. “De fato, essa queda nos preços do petróleo acarretou em diminuição no preço da energia, principalmente na Ásia, incentivando a produção têxtil, e consumo de pluma. Entretanto, existe um impacto mais preocupante, que não pode ser subestimado, as fibras sintéticas”.
De acordo com a entidade, “o poliéster é atualmente o maior bem substituto do algodão, e seu principal insumo de fabricação é o petróleo. Neste último ano, a queda do poliéster foi de 30,4%, acompanhando o movimento do petróleo. Sua queda só não foi tão intensa quando a de seu insumo, pois os baixos preços incentivaram o consumo industrial, retraindo a desvalorização”.
Conforme o Instituto, “dessa forma, neste período, a diferença entre algodão e poli- éster elevou em 63,9%, e, dependendo de onde o petróleo for parar, as ameaças à fibra natural podem ser ainda maiores”.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias
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