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Milho: Bolsa de Chicago inicia sexta-feira com altas de até 3 pontos

Após fechar a quinta-feira em baixa, o último dia útil da semana começa com os preços internacionais do milho apresentando alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Com isso, a sexta-feira (11) teve início com as principais cotações do cereal atingindo valorizações entre 2,25 e 3 pontos por volta das 08h27 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,79 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,87 por bushel.

Segundo Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho recuaram na quinta-feira com algumas vendas técnicas parcialmente estimuladas pelo nervosismo em torno da falta de progresso em relação às negociações comerciais entre os Estados Unidos e China.

Confira como fechou o mercado nesta quinta-feira:

Milho: Bolsa de Chicago encerra quinta-feira com quedas de 5 pontos

Após abrir o dia com leves altas e seguir o dia próximos da estabilidade, os preços do milho encerraram a quinta-feira (10) com quedas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações futuras registraram desvalorizações entre 5 e 5,6 pontos. O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,76 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,84 por bushel.

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão estreitamente misturados nesta quinta-feira, tentando aumentar após a compra lenta, mas constante durante a semana. Março continua a negociar em um intervalo estreito, refletindo a cautela dos traders que não têm a sua habitual fixação de dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Mercado Interno

Já o mercado interno permaneceu com estabilidade na maioria das cidades. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, apenas as praças de Sorriso (MT) e Porto Paranaguá (PR) apresentaram desvalorizações de 2,78% e 1,39% e preços de R$ 17,50 e R$ 35,50 respectivamente. Por outro lado, Alto Garças (MT), Itiquira (MT), Oeste da Bahia e Campinas (SP) fecharam o dia com desvalorizações.

De acordo com a XP Investimentos, as referências do milho seguem com pouca força e volatilidade. Compradores fizeram compras volumosas e repuseram parte dos estoques consumidos durante o período de festas e produtores locais estão fora das vendas. Já as movimentações e especulações ficam por conta dos Intermediários e Silos, que tentam inflacionar os lotes de diferido para realizar lucro. A especulação, porém, tem pouca força, visto que o milho tributado (MS e MG) reaparece nas praças paulistas.

Quanto ao início da colheita da safra de verão, agentes dividem suas opiniões para com o direcional de preços (aumento de disponibilidade VS seca na região Sul e Centro Oeste e inflação dos fretes). Nos portos, as referências finais voltaram a recuar, pressionadas queda da taxa de câmbio. Nem mesmo a postura de pagar prêmios maiores para “terminar” a originarão do milho, virando as atenções para a soja, foram suficientes para sustentar as referências.

Dólar

A moeda americana encerrou o dia em alta diante do real. O dólar avançou 0,58%, a 3,7091 reais na venda, depois de fechar a sessão anterior em baixa de 0,7%, a 3,6878 reais, menor nível desde 26 de outubro de 2018. Conforme informações da Agência Reuters, o dólar voltou a subir depois de dois dias em queda, influenciado por um forte fluxo de saída, após a moeda norte-americana não mostrar uma tendência firme no período da manhã.

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Data de Publicação: 11/01/2019 às 10:10hs
Fonte: Notícias Agrícolas
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