Olá, Visitante Entre Cadastre-se EAD

Portal do Agronegócio

Milho biotecnológico rende até 58% a mais

Os testes de campo confinado com milho geneticamente modificado na Tasmânia já estão no segundo ano de realização e mostram um aumento da produtividade de até 58% em relação ao milho comum. A cultura biotecnológica se mostrou efetiva resistência a ataques de broca-do-mato e de lagarta-do-cartucho, em comparação com variedades convencionais de milho.

De acordo com o Dr. Justin Ringo, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da variedade, o milho biotecnológico tem um grande potencial produtivo. No entanto, ele disse que a descoberta beneficiaria os agricultores da Tanzânia, se o governo revisse leis e regulamentos para permitir a comercialização de sementes de milho biotecnológico no país.

“Fizemos um teste de milho que resiste a seca média e broca de caule e foi plantado nos dias 16 e 17 de agosto de 2018, o teste consiste em 16 espécies de milho: 7 variedades são milho OGM e 7 variedades são milho não OGM e 2 tipos são milho certificado em agricultura no país. A fim de garantir que o milho seja atacado por pragas, 20 brocas do milho foram introduzidas duas vezes (3 e 5 semanas após o plantio)”, comenta.

Segundo ele, isso não apenas melhora os resultados financeiros dos agricultores, mas também ajuda a diminuir o impacto da agricultura no meio ambiente. O especialista apontou que, em geral, as aplicações de pesticidas diminuíram, em grande parte devido à adoção de culturas geneticamente modificadas resistentes a insetos.

De acordo com a Crop Life International, mais de um terço da produção agrícola mundial é perdida a cada ano para pragas, como ervas daninhas, insetos e doenças. Os agricultores usam pesticidas para impedir que insetos predadores e invasoras destruam suas plantações.

Imprensa:
Enviar matéria
Data de Publicação: 09/11/2018 às 12:20hs
Fonte: Agrolink
◄ Leia outras notícias
Portal do Agronegócio © Copyright 2013 Portal do Agronegócio. Desenvolvido por: