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Milho: Após recentes valorizações, mercado inicia pregão desta 6ª com ligeiras quedas em Chicago

Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta sexta-feira (9) do lado negativo da tabela. As principais posições da commodity exibiam quedas entre 2,50 e 3,00 pontos, por volta das 9h14 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a US$ 3,71 por bushel, enquanto o março/19 operava a US$ 3,82 por bushel.

As agências internacionais reforçam que as cotações voltaram a recuar após tocarem os níveis mais altos em dois meses recentemente. Além disso, os participantes do mercado ainda absorvem os dados de oferta e demanda apresentados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira (8).

Apesar das reduções apontadas nas projeções da safra norte-americana e na produtividade, o departamento trouxe um aumento expressivo nos estoques finais globais. Os números subiram de 159,35 milhões para 307,51 milhões de toneladas, segundo informações da Reuters internacional.

Veja como fechou o mercado na última quinta-feira:

Milho: USDA reduz projeção para a safra dos EUA e mercado fecha 5ª com leves altas em Chicago

O pregão desta quinta-feira (8) foi de volatilidade aos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity reverteram as perdas e finalizaram o dia com leves altas, de mais de 1 ponto. O dezembro/18 era cotado a US$ 3,73 por bushel, enquanto o março/19 operava a US$ 3,85 por bushel.

Segundo informações das agências internacionais, o mercado refletiu os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que ficaram dentro das apostas dos investidores. O órgão reportou nesta quinta-feira seu boletim mensal de oferta e demanda.

A safra norte-americana da temporada 2018/19 recuou de 375,38 milhões para 371,52 milhões de toneladas. A produtividade caiu de 189,02 sacas por hectare para 187,14 sacas por hectare.

Já as vendas para exportação ficaram em 701,5 mil toneladas, na semana encerrada no dia 1º de novembro. O montante é 78% maior do que o da semana anterior e 32% maior do que a média das últimas quatro semanas. O volume ficou ainda dentro das expectativas do mercado, de 600 mil a 900 mil toneladas.

Mercado brasileiro

A quinta-feira foi de calmaria aos preços do milho no mercado brasileiro. De acordo com levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, apenas a praça de São Gabriel do Oeste (MS), apresentou queda de 4% e a saca do cereal a R$ 24,00.

Na região de Castro (PR), a perda ficou em 1,52%, com a saca do cereal a R$ 32,50. No Porto de Paranaguá, a saca futura, para entrega em agosto de 2019, o preço ficou estável em R$ 36,00.

Conforme reporte divulgado pela Radar Investimentos, os preços do cereal no mercado doméstico têm refletido a redução da oferta. Os preços buscados pelos compradores estão próximos de R$ 36,00 a saca, CIF, com 30 dias.

"Enquanto isso, os vendedores fazem cálculos e sobem a pedida para R$ 37,00 a saca, nas mesmas condições", informou a consultoria em seu comentário diário.

Dólar

A moeda norte-americana encerrou a quinta-feira próxima da estabilidade. O dólar recuou 0,03%, cotado a R$ 3,7382 na venda.

"O dólar terminou a quinta-feira praticamente estável ante o real, à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve e de novidades sobre a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro e a reforma da Previdência", informou a Reuters.

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Data de Publicação: 09/11/2018 às 13:10hs
Fonte: Notícias Agrícolas
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