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Biotecnologia é um ponto crítico no acordo EUA-China

O longo processo de aprovação da China para culturas geneticamente modificadas continua sendo um ponto de discórdia nas negociações para acabar com a guerra comercial entre os asiáticos e os Estados Unidos, segundo foi informado pelo portal AgroPages.com. Pequim leva anos para aprovar novas variedades de cultivos transgênicos, que empresas e agricultores dos EUA reclamaram que isso limita as suas vendas.

A questão é uma das várias queixas dos EUA de que a administração do presidente Donald Trump está exigindo que a China resolva se quiser acabar com disputas comerciais que custaram bilhões de dólares a ambos os países e tiveram forte impacto na economia global. Trump disse na quinta-feira que os dois lados estão chegando perto de um acordo que pode ser anunciado em cerca de quatro semanas, apesar de ainda haver diferenças a serem superadas.

Nesse cenário, os cultivos transgênicos e o processo de aprovação ainda são uma “grande questão” nas discussões, disse uma das fontes, que falou ao AgroPages sob condição de anonimato. A questão tem sido uma fonte de tensão entre os dois países há anos. A China é o maior comprador de soja dos EUA, cuja maior parte é geneticamente modificada e, se não aprovar novas linhagens, os agricultores dos Estados Unidos não poderão plantá-las porque a China pode rejeitar os embarques que as incluam.

As empresas de sementes não podem comercializar totalmente as vendas de novas variedades sem essas aprovações. Os dois lados pareciam ter feito algum progresso no assunto em janeiro, quando a China aprovou um punhado de transgênicos para importação, sendo que eles foram os primeiros em cerca de 18 meses. O movimento não abordou as principais preocupações dos EUA sobre atrasos no processo.

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Data de Publicação: 12/04/2019 às 12:20hs
Fonte: Agrolink
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