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Safra de uva para indústria declina

O Rio Grande do Sul é responsável por 85% da produção brasileira de uvas e vinhos e deu início à colheita na segunda quinzena de dezembro, duas semanas antes do habitual. Em nota, o Ibravin explica que “as condições climáticas e o manejo adequado realizado ao longo dos meses estão proporcionando às uvas boa qualidade e níveis altos de graduação de açúcar”, o que deve garantir a qualidade das bebidas produzidas a partir das uvas colhidas nesta safra.

“Devido às regularidades das chuvas e às uvas estarem amadurecendo com clima mais seco, vamos ter uma excelente qualidade”, avalia o presidente do Ibravin e da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho/RS), Oscar Ló.

Conforme o instituto, as variedades bordô, niágara, violeta, concord, pinot noir e chardonnay foram as primeiras a serem colhidas no Estado. Neste mês, as vinícolas estão recebendo também as uvas merlot, riesling itálico e glera, e em fevereiro e março será a vez das cabernet sauvignon e franc, tannat, moscato branco, isabel e trebbiano.

Em relatório, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS) projetou a produção de 720 mil toneladas, incluindo a uva para processamento e consumo in natura. Segundo o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Enio Ângelo Todeschini, 2017 registrou apenas 188 horas de frio abaixo de 7,2ºC em Bento Gonçalves, abaixo da média histórica de 410 horas. “Além disso, a alta produção de frutas na safra passada impôs um consumo de nutrientes além do potencial de reposição da planta, deixando-a exaurida para o ciclo seguinte”, avalia.

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Data de Publicação: 10/01/2018 às 09:00hs
Fonte: DCI
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